Jogos são atividades muito interessantes para se trabalhar arte em sala de aula. As crianças se aproximam das obras, recebem informações, fazem leituras de imagem, aguçam a percepção, dentre muitas outras coisas. E o melhor, é que fazem tudo isso sem perceber.
Além de ser um ótimo recurso, a ideia de jogo é tão vasta que, de qualquer tema ou obra escolhido para ser trabalhado, é possível criar um joguinho.
Quando trabalhei o famoso e recorrente tema Retratos e Autorretratos, criei dois jogos, dos quais falarei a seguir.
O primeiro deles é sobre as idades da vida.
Xeroquei alguns, dos mais de 100 autorretratos feitos por Rembrandt durante sua vida, e fiz os cartões abaixo.
As crianças tinham que colocar os cartões em ordem cronológica, pensando nas características das pessoas em cada idade. Ao final, elas viam a sequência correta e quantos anos ele tinha em cada autorretrato destes.
Foi muito interessante ver os aspectos que os chamavam a atenção e os argumentos para distinguir os autorretratos mais jovens dos mais velhos. Toda essa conversa, foi passível de minha intervenção, para instigá-los e orientá-los. Muito bacana.
Neste outro jogo, confeccionei cartões da mesma forma que o anterior, mas aqui, eu selecionei os autorretratos de acordo com categorias recorrentes a esta modalidade artística.
As categorias, no entanto, não foram feitas ao acaso. Me baseei na exposição Olhar e Ser Visto (retratos), ocorrida no Masp, que tratava do tema de forma bem acessível. As categorias eram: O retrato da pompa; O recurso à cena; Retratos Modernos e Desconstrução.
Apesar das imagens terem sido escolhidas mediante tais categorias, no jogo, as crianças tinham como objetivo principal organizar as imagens por critérios criados por elas mesmas, diante de cerca de 16 imagens.
As aproximações que as crianças fizeram entre as imagens foram inimagináveis, associando cores, formas, tamanhos, vestimentas, expressões entre outros. E, de novo, cada conversa, cada opinião, cada percepção é passível de trocas e intervenção do professor.
Às vezes, ao final da aula, eu dizia quais eram as categorias que eu
tinha utilizado para selecionar as imagens. Mas, outras vezes, não
achava necessário.
O livro que eu indico é este, o mesmo que eu usei para selecionar as imagens. Como a capa já diz, há 500 autorretratos aí dentro.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Exposição Alberto Giacometti - Educativo
Clube do Professor é um programa da Pinacoteca do Estado que, de tempos em tempos, realiza encontros de professores para discutir e trocar ideias, baseado nas exposições da Pinacoteca.
O último encontro foi inspirado na exposição de Alberto Giacometti, Coleção da Fondation Alberto et Annete Giacometti, Paris. Eu, particularmente, sempre gostei das obras de Giacometti. Ver-las ao vivo foi maravilhoso.
No encontro, houve primeiramente uma discussão sobre o que é experiência e depois sobre leitura de imagem. Na sequência fomos visitar a exposição. Eu já havia a visitado antes mas é sempre bom ver de novo. E, por fim, foi proposto uma breve atividade.
Segue aqui os autores, e seus dizeres, que inspiraram a discussão.
O que é experiência?
Segundo Jorge Larrosa: "É preciso uma intenção forte do educador para que o aluno seja tocado por uma experiência." Ainda segundo ele, a qualidade da experiência dependeria de uma passividade do aluno ao receber o que o outro (professor) tem a oferecer.
Para John Dewey, se a pessoa não é tocada pela afetividade/emoção, não há vivência da experiência.
O que é leitura de imagem?
Segundo Analice Dutra Pillar , "interpretar é confiar em si mesmo, é revelar intuição, inteligência, imaginação e combiná-las com conceitos e observações realizadas. Enfim, é apropriar-se de uma imagem nem sentido próprio e especial."
Para Maria Helena W. Rossi, "não há leitura de imagem que não seja influenciada pela experiência de vida do leitor. Ao mesmo tempo, a leitura estética vai ampliar a leitura do mundo."
Como experiência poética, foi proposta a seguinte atividade. Nos ofereceram diversos cartões (cerca de 100) alguns com imagens das obras de Giacometti, outros com palavras. Tínhamos então que agrupar estes cartões seguindo qualquer critério, estabelecido pelo grupo.
Esta é uma atividade que os educadores da Pinacoteca propõem aos grupos que visitam a exposição.
Achei interessante ver as inúmeras formas de organização dos cartões e também a quantidade de vocabulário contidas neles.
Acredito que, ampiando o repertório de palavras acabamos ampliando também nossa percepção e leitura de imagens, obras e de mundo, não é mesmo?!
O último encontro foi inspirado na exposição de Alberto Giacometti, Coleção da Fondation Alberto et Annete Giacometti, Paris. Eu, particularmente, sempre gostei das obras de Giacometti. Ver-las ao vivo foi maravilhoso.
No encontro, houve primeiramente uma discussão sobre o que é experiência e depois sobre leitura de imagem. Na sequência fomos visitar a exposição. Eu já havia a visitado antes mas é sempre bom ver de novo. E, por fim, foi proposto uma breve atividade.
Segue aqui os autores, e seus dizeres, que inspiraram a discussão.
O que é experiência?
Segundo Jorge Larrosa: "É preciso uma intenção forte do educador para que o aluno seja tocado por uma experiência." Ainda segundo ele, a qualidade da experiência dependeria de uma passividade do aluno ao receber o que o outro (professor) tem a oferecer.
Para John Dewey, se a pessoa não é tocada pela afetividade/emoção, não há vivência da experiência.
O que é leitura de imagem?
Segundo Analice Dutra Pillar , "interpretar é confiar em si mesmo, é revelar intuição, inteligência, imaginação e combiná-las com conceitos e observações realizadas. Enfim, é apropriar-se de uma imagem nem sentido próprio e especial."
Para Maria Helena W. Rossi, "não há leitura de imagem que não seja influenciada pela experiência de vida do leitor. Ao mesmo tempo, a leitura estética vai ampliar a leitura do mundo."
Como experiência poética, foi proposta a seguinte atividade. Nos ofereceram diversos cartões (cerca de 100) alguns com imagens das obras de Giacometti, outros com palavras. Tínhamos então que agrupar estes cartões seguindo qualquer critério, estabelecido pelo grupo.
(A foto está horrível mas serve para ilustrar os cartões!)
Esta é uma atividade que os educadores da Pinacoteca propõem aos grupos que visitam a exposição.
Achei interessante ver as inúmeras formas de organização dos cartões e também a quantidade de vocabulário contidas neles.
Acredito que, ampiando o repertório de palavras acabamos ampliando também nossa percepção e leitura de imagens, obras e de mundo, não é mesmo?!
sábado, 9 de junho de 2012
Tramas, Linhas e Fios - Parte IV
Pesquisando no site da Tate, achei esta atividade sobre a obra do artista Jim Lambie. Adorei a proposta e resolvi fazer com meus alunos dentro da nossa pesquisa sobre Linhas e suas possibilidades no espaço.
O artista Jim Lambie criou instalações em diferentes pisos usando fitas brilhantes de várias cores. Imersos em linhas, sua obra transforma completamente a forma e o espaço do local aonde está.
Mostrei as imagens às crianças e ofereci uma cartolina, diversas tiras de papel e tecido, além de durex colorido.
Falei para elas que, cada uma construiria um pedacinho de chão, e, ao final, colocaríamos todos eles na sala de música (pois era a única sala da escola em que não havia móveis).
Ao final, tivemos esta intervenção na sala.
O artista Jim Lambie criou instalações em diferentes pisos usando fitas brilhantes de várias cores. Imersos em linhas, sua obra transforma completamente a forma e o espaço do local aonde está.
Mostrei as imagens às crianças e ofereci uma cartolina, diversas tiras de papel e tecido, além de durex colorido.
Falei para elas que, cada uma construiria um pedacinho de chão, e, ao final, colocaríamos todos eles na sala de música (pois era a única sala da escola em que não havia móveis).
Ao final, tivemos esta intervenção na sala.
Com este novo chão, as crianças tinham que tirar os sapatos para entrar na sala, andar, sentar e participar da aula.
Elas adoraram o novo visual.
domingo, 27 de maio de 2012
Educativo 30° Bienal - A iminência das poéticas
Este post foi dedicado ao encontro educativo da 30° Bienal, ocorrido no dia 16/05/12 e coordenado por Stela Barbieri. Dentre tantas coisas vistas e discutidas, colocarei somente algumas, aquelas possíveis de serem transmitidas por um blog. Os encontros do educativo da Bienal são sempre interessantes. Vale a pena participar de um.
O encontro iniciou-se com a seguinte pergunta:
"Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?"
Esta será a pergunta chave da 30° Bienal e, para aguçar a discussão, foi mostrado este video.
O encontro seguiu com reflexões e discussões até chegar ao tema da relação entre palavras e imagens. Para isso, foi feita um atividade em que cada pessoa desenhava somente uma figura em um pedaço de acetato. Depois, os desenhos eram colocados no projetor, formando novas imagens e narrativas.
Esta ideia foi baseada em um jogo do artista e educador Bruno Munari, que terá um espaço garantido nesta edição da Bienal.
As imagens abaixo, são feitas a partir das imagens do jogo de Munari.
palavras e imagens by Mariana Hashimoto
E, para o aprofundamento nesta questão, foi sugerido o video de Cildo Meireles.
O encontro iniciou-se com a seguinte pergunta:
"Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?"
Esta será a pergunta chave da 30° Bienal e, para aguçar a discussão, foi mostrado este video.
O encontro seguiu com reflexões e discussões até chegar ao tema da relação entre palavras e imagens. Para isso, foi feita um atividade em que cada pessoa desenhava somente uma figura em um pedaço de acetato. Depois, os desenhos eram colocados no projetor, formando novas imagens e narrativas.
Esta ideia foi baseada em um jogo do artista e educador Bruno Munari, que terá um espaço garantido nesta edição da Bienal.
As imagens abaixo, são feitas a partir das imagens do jogo de Munari.
A relação entre imagens e palavras permeará a Bienal. Neste audio, tem as palavras de Stela Barbieri sobre o tema e também, as de Luis Pérez-Oramas, o curador desta Bienal.
palavras e imagens by Mariana Hashimoto
E, para o aprofundamento nesta questão, foi sugerido o video de Cildo Meireles.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Tramas, Linhas e Fios - Parte III
Pensando agora nas possibilidades da Linha no espaço, como uma instalação, apresentei às crianças obras de Edith Derdyk e Ângela Bulloch.
Considerando o espaço da escola, o número de crianças e a idade deles, acabei optando por fazer uma instalação mais simples. Amarrei o rolo de barbante em uma das colunas do pátio, e cada criança ia tramando uma linha por aquele espaço.
Como resultado tivemos uma trama em que se podia entrar.
Edith Derdyk, Folded Field, 2003
Edith Derdyk, Weaves, 1998
Ângela Bulloch, Disanchanted Florest, 2005
A ideia era que criássemos no pátio da escola uma instalação com linhas.
Considerando o espaço da escola, o número de crianças e a idade deles, acabei optando por fazer uma instalação mais simples. Amarrei o rolo de barbante em uma das colunas do pátio, e cada criança ia tramando uma linha por aquele espaço.
Como resultado tivemos uma trama em que se podia entrar.
Foi muito interessante ver como as crianças se relacionavam com aquelas linhas, integrando descobertas, brincadeiras e muito movimento.
Uma outra possibilidade, caso os alunos sejam maiores, é trabalhar com rolos de linha de costura preta (aquelas fininhas). As crianças poderiam criar sozinhas, ou em grupo, uma pequena instalação pelos espaços da escola; tramando e unindo formas, objetos, móveis, ou mesmo, aspectos estruturais da construção.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Tramas, Linhas e Fios - Parte II
Continuando a pesquisa pelas possibilidades da Linha, resolvi fazer com as crianças o bom e velho tear na caixa de sapato.
Para isso, solicitei às crianças que trouxessem fios e fitas para a escola, como aquelas que encontramos em embalagens para presentes e ovos de páscoa. A ideia era que eles não tivessem que comprá-las, mas sim, que pudéssemos usar essas fitas de forma diferente.
Também ofereci algumas tiras de tecidos (TNT mesmo) para que todos tivessem material para trabalhar.
Iniciamos o tear.
Algumas crianças tiveram muita dificuldade e não conseguiram fazer sozinhas. Algumas foram bem rápidas e, a maioria, com o tempo, pegou o jeito.
Toda vez que o pedaço de fita acabava, a criança escolhia outro para uni-las com um nó. Talvez essa tenha sido a parte mais trabalhosa, já que eles não sabiam dar nós.
Os teares foram ficando bem diferentes um dos outros e assumindo personalidades próprias.
Como o trabalho ficou muito frágil, colei cada tear com fita crepe em um papel mais encorpado.
Durante o processo, as crianças não entendiam bem no que aquele trabalho todo ia resultar. Mas, que bom, ficaram bem contentes quando os viram prontos.
Para isso, solicitei às crianças que trouxessem fios e fitas para a escola, como aquelas que encontramos em embalagens para presentes e ovos de páscoa. A ideia era que eles não tivessem que comprá-las, mas sim, que pudéssemos usar essas fitas de forma diferente.
Também ofereci algumas tiras de tecidos (TNT mesmo) para que todos tivessem material para trabalhar.
Iniciamos o tear.
Algumas crianças tiveram muita dificuldade e não conseguiram fazer sozinhas. Algumas foram bem rápidas e, a maioria, com o tempo, pegou o jeito.
Toda vez que o pedaço de fita acabava, a criança escolhia outro para uni-las com um nó. Talvez essa tenha sido a parte mais trabalhosa, já que eles não sabiam dar nós.
Os teares foram ficando bem diferentes um dos outros e assumindo personalidades próprias.
Como o trabalho ficou muito frágil, colei cada tear com fita crepe em um papel mais encorpado.
E enfim, na exposição dos trabalhos, fiz um varal para colocá-los.
Durante o processo, as crianças não entendiam bem no que aquele trabalho todo ia resultar. Mas, que bom, ficaram bem contentes quando os viram prontos.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Wolfgang Tillmans - O Corpo da Imagem
Este fim de semana teve um encontro do programa Contatos com a Arte para Professores, promovido pelo MAM-SP.
O tema foi a exposição de Wolfgang Tillmans que está no museu.
Não conhecia o trabalho de Tillmans e então, tudo foi uma grande surpresa. Além de achar os coordenadores do curso muito bons, a exposição é bem interessante, vale a pena dar uma olhada.
Por agora, tentarei colocar em poucas palavras o que apreendi no curso e depois, explicar a atividade prática proposta.
A carreira Tillmans começou com a pintura, seguiu para experimentos com xerox pelo desgaste de imagens e, passou para a fotografia de moda.
Seu trabalho ganhou maior visibilidade em 2008, quando ocupou uma sala especial na Bienal de Veneza.
Apesar de trabalhar com imagens fotográficas, Tillmans não se considera um fotógrafo. Para ele, pouco importa os processos técnicos inerentes à fotografia para gerar uma imagem, o que importa são as imagens. Não há fetiche. Há imagens, e as relações que elas estabelecem entre si.
Desta forma, Tillmans rompe com valores existentes na fotografia (e na arte). Na exposição vemos um grande xerox emoldurado e uma impressão de altíssima qualidade, no melhor tipo de papel, exposto a luz e pendurado com pequenos grampos na parede do museu.
Por esta mesma linha de pensamento, surgem as dobras. Tillmans faz a atenção se voltar para o "objeto" fotográfico. Traz a consciência do papel, fazendo a fotografia dialogar com o espaço.
Há imagens grandes, pequenas, em lugares inusitados e inclusive, a repetição de uma mesma imagem.
Tillmans inovou na forma de pensar uma exposição. Cada exposição é única, assumindo um pensamento de site specific. A obra de Tillmans é o espaço expositivo, como se cada imagem fosse uma peça que, só faz sentido dentro do todo.
Para saber mais visite o site www.tillmans.co.uk e vá na exposição.
ATIVIDADE PRÁTICA
A atividade prática proposta focou dois aspectos da obra de Tillmans: o desgaste das imagens pelo xerox e a busca pela tridimensionalidade da imagem.
Na sala haviam três retroprojetores, sendo um deles um projetor de sólidos, e diversos materiais como tecidos, papéis, potes, lanternas, flores e fotografias que haviam sido desgastadas pelo xerox e impressas, tanto em papel comum como em transparência. Essas fotografias foram solicitadas aos participantes e foram enviadas por email antes do curso.
A ideia era que produzíssemos imagens pela projeção dos objetos, tendo o desgaste como caracteristica estética e buscando as dobras, o corpo da imagem. Segue algumas imagens realizadas no encontro.
E as fotografias desgastadas pelo xerox.
O tema foi a exposição de Wolfgang Tillmans que está no museu.
Não conhecia o trabalho de Tillmans e então, tudo foi uma grande surpresa. Além de achar os coordenadores do curso muito bons, a exposição é bem interessante, vale a pena dar uma olhada.
Por agora, tentarei colocar em poucas palavras o que apreendi no curso e depois, explicar a atividade prática proposta.
A carreira Tillmans começou com a pintura, seguiu para experimentos com xerox pelo desgaste de imagens e, passou para a fotografia de moda.
Seu trabalho ganhou maior visibilidade em 2008, quando ocupou uma sala especial na Bienal de Veneza.
Apesar de trabalhar com imagens fotográficas, Tillmans não se considera um fotógrafo. Para ele, pouco importa os processos técnicos inerentes à fotografia para gerar uma imagem, o que importa são as imagens. Não há fetiche. Há imagens, e as relações que elas estabelecem entre si.
Desta forma, Tillmans rompe com valores existentes na fotografia (e na arte). Na exposição vemos um grande xerox emoldurado e uma impressão de altíssima qualidade, no melhor tipo de papel, exposto a luz e pendurado com pequenos grampos na parede do museu.
Por esta mesma linha de pensamento, surgem as dobras. Tillmans faz a atenção se voltar para o "objeto" fotográfico. Traz a consciência do papel, fazendo a fotografia dialogar com o espaço.
Há imagens grandes, pequenas, em lugares inusitados e inclusive, a repetição de uma mesma imagem.
Tillmans inovou na forma de pensar uma exposição. Cada exposição é única, assumindo um pensamento de site specific. A obra de Tillmans é o espaço expositivo, como se cada imagem fosse uma peça que, só faz sentido dentro do todo.
Para saber mais visite o site www.tillmans.co.uk e vá na exposição.
ATIVIDADE PRÁTICA
A atividade prática proposta focou dois aspectos da obra de Tillmans: o desgaste das imagens pelo xerox e a busca pela tridimensionalidade da imagem.
Na sala haviam três retroprojetores, sendo um deles um projetor de sólidos, e diversos materiais como tecidos, papéis, potes, lanternas, flores e fotografias que haviam sido desgastadas pelo xerox e impressas, tanto em papel comum como em transparência. Essas fotografias foram solicitadas aos participantes e foram enviadas por email antes do curso.
A ideia era que produzíssemos imagens pela projeção dos objetos, tendo o desgaste como caracteristica estética e buscando as dobras, o corpo da imagem. Segue algumas imagens realizadas no encontro.
E as fotografias desgastadas pelo xerox.
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